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Trabalhando remotamente do seu país de origem

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por Ming Xiang
3 min de leitura

Trabalhando remotamente do seu país de origem
Traduzido do English • Ver original

Visão geral

À medida que o trabalho remoto continua crescendo em popularidade, mais empresas estão adotando políticas flexíveis para atender às necessidades variadas dos funcionários. Para muitas pessoas, especialmente aquelas de outros países que trabalham no exterior, a possibilidade de trabalhar em seu país de origem por um curto período é um benefício inestimável. Recentemente, tive a oportunidade de vivenciar isso em primeira mão e gostaria de compartilhar minha experiência, como funciona a política da minha empresa e os benefícios dessa flexibilidade para os funcionários estrangeiros.

Como engenheiro malaio trabalhando para uma empresa sediada no Japão, tive a chance de retornar ao meu país de origem por um período de quatro semanas. Dessas quatro semanas, decidi tirar duas semanas de folga e trabalhar as duas semanas restantes remotamente. Isso foi possível graças à abordagem flexível da Colorkrew ao trabalho remoto, que me permitiu continuar contribuindo para minha equipe enquanto estava no meu país de origem.

Política da empresa sobre trabalhar no seu país de origem

Nossa empresa tem uma política que permite que os funcionários trabalhem remotamente de seu país de origem por até cinco dias, duas vezes por ano. Em casos especiais, como altos custos de viagem ou longas distâncias que tornam preferível voltar para casa apenas uma vez por ano, exceções podem ser feitas. Essa flexibilidade garante que os funcionários possam combinar as duas concessões em um período estendido, se aprovado. O processo foi bastante simples, exigindo apenas o envio de um formulário informando o período pretendido para teletrabalho a partir do meu país de origem e os locais de onde eu trabalharia. Isso foi aprovado pelo meu líder de projeto e pelo RH dentro de uma semana após a submissão.

Combinando Folga com Teletrabalho: Uma Situação Ganha-Ganha

Mesmo antes de eu tirar um tempo para trabalhar remotamente da Malásia, nossa empresa já tinha uma política parcialmente remota, exigindo que os funcionários viessem ao escritório duas vezes por semana. Essa política tornou a transição para o trabalho totalmente remoto muito mais tranquila, já que a maioria das reuniões já é realizada por meio de ferramentas de teleconferência como Zoom e Teams.

A transição para trabalhar do exterior foi, portanto, quase sem problemas. Meus colegas estavam acostumados à colaboração remota, e as ferramentas que tínhamos nos permitiram continuar como se eu ainda estivesse no escritório. A diferença horária entre Japão (GMT+9) e Malásia (GMT+8) era mínima, e as reuniões frequentemente aconteciam em horários sobrepostos, facilitando a coordenação. No meu caso, foi menos desafiador, mas também tenho colegas do Reino Unido e do Brasil e todos têm estado dispostos a ajustar os horários das reuniões para colaborar de forma eficaz.

Conclusão

Na minha experiência, a política de trabalho remoto da empresa tem sido um divisor de águas, especialmente quando se trata de trabalhar no meu país de origem. A possibilidade de combinar tempo pessoal com trabalho remoto oferece um nível de flexibilidade altamente valorizado, especialmente para funcionários estrangeiros que vivem longe de casa. Com a infraestrutura para apoiar a colaboração remota e uma equipe que apoia a adaptação a diferentes fusos horários, esse tipo de flexibilidade pode fazer toda a diferença para promover um equilíbrio positivo e produtivo entre vida pessoal e profissional.

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